
Energia escura e matéria escura: 2 dos maiores mistérios do universo
Já ouviu falar em matéria escura? E em energia escura? Esses são os maiores mistérios do universo. Na verdade, são 2 em 1.

Já ouviu falar em matéria escura? E em energia escura? Esses são os maiores mistérios do universo. Na verdade, são 2 em 1.

A interação entre máquinas e humanos pela linguagem natural é uma das coisas que marcaram o nosso momento com a inteligência artificial, mas agora, estamos diante de algo ainda mais impressionante. Mais que fazer os sistemas de IA entenderem os nossos comandos, cientistas da Universidade de Genebra alcançaram um novo marco: o desenvolvimento de uma IA capaz de aprender tarefas novas a partir de instruções verbais ou escritas e, em seguida, descrever essas tarefas verbalmente para outra IA, permitindo-lhe executar as mesmas tarefas.

Um xenotransplante que marcou um avanço significativo na medicina ocorreu no Hospital Xijing da Universidade Médica da Força Aérea, em Xi’an, abrindo novas fronteiras na transplantação de órgãos animais para humanos.

O futuro do design de anticorpos está diante de uma nova perspectiva que surge a partir de um um momento importante com a biotecnologia e medicina unidas à tecnologia de inteligência artificial. Pesquisadores deram um passo gigantesco utilizando IA para criar, do zero, anticorpos inteiramente novos, um avanço impressionante com o potencial de transformar a indústria farmacêutica, um setor avaliado em centenas de bilhões de dólares, à medida que proporciona a democratização do acesso à criação de anticorpos e aceleração do desenvolvimento de novos tratamentos.

Com o lançamento de Sora, uma ferramenta de inteligência artificial da OpenAI capaz de transformar texto em vídeo, surgiram uma série de questionamentos importantes sobre as implicações para a ciência e a sociedade.

As imagens geradas pela inteligência artificial podem ser consideradas falsas? Como podemos pensar esse novo momento de abundância e dita facilidade de criação?

Em um artigo de opinião publicado na Nature, os cientistas sociais Lisa Messeri e Molly Crockett lançam um olhar crítico sobre o crescente entusiasmo pelo uso da inteligência artificial na pesquisa científica, argumentando que, embora a IA possa oferecer ferramentas poderosas para avançar no conhecimento, há uma tendência preocupante entre os pesquisadores de superestimar as capacidades dessas tecnologias, potencialmente levando a uma confiança excessiva e a uma série de armadilhas intelectuais.

Aprender um novo idioma é um processo complexo e desafiador, não apenas para humanos, mas também para as máquinas. No mundo da inteligência artificial, uma revolução silenciosa está tomando forma, prometendo tornar os modelos de aprendizado de máquina não apenas mais inteligentes, mas também mais adaptáveis e eficientes.

Como observar neurônios de ratos podem colaborar para o avanço da IA? Roedores são muito importantes para as primeiras aproximações de investigações dos nossos processos cognitivos.

Dentre as descobertas da astronomia, as ondas gravitacionais estão entre as mais fascinantes. Tratam-se de sutis distorções no tecido do espaço-tempo previstas por Albert Einstein há mais de um século e só foram comprovadas recentemente. Agora, estamos à beira de uma nova era na astronomia com a aprovação, pela Agência Espacial Europeia (ESA), de um observatório espacial inovador: a Laser Interferometer Space Antenna, LISA (Antena Interferométrica a Laser Espacial, em tradução livre).
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